Aposentados já recuperaram R$ 1,5 bilhão em descontos indevidos do INSS

Aposentados e pensionistas já recuperaram R$1,53 bilhão em devoluções de descontos indevidos em seus benefícios, desde o início do acordo de ressarcimento. A informação é do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). 

Esse valor foi pago a 2,46 milhões de beneficiários que aderiram ao acordo — cerca de 74% dos 3,33 milhões que têm direito ao ressarcimento. A devolução ocorre em até três dias úteis após a adesão, com correção monetária (IPCA).

Destaques estaduais
Os estados que concentram os maiores valores já devolvidos são:

  • São Paulo: R$ 293,7 milhões
  • Minas Gerais: R$ 149,5 milhões
  • Bahia: R$ 137,2 milhões
  • Rio de Janeiro: R$ 124,4 milhões
  • Ceará: R$ 93,5 milhões

Quem pode aderir

  • Quem contestou o desconto indevido e não obteve resposta da entidade em até 15 dias úteis.
  • Quem sofreu descontos entre março de 2020 e março de 2025.
  • Quem possui ação judicial em andamento, desde que ainda não tenha recebido os valores — nesse caso, é exigida a desistência da ação. Para ações individuais protocoladas antes de 23 de abril de 2025, o INSS admite pagar 5% de honorários advocatícios.

Para contestar o desconto indevido, o beneficiário pode acessar o aplicativo Meu INSS, ligar para a Central 135 ou comparecer presencialmente a uma agência dos Correios. O prazo de resposta é de até 15 dias úteis. Caso não haja retorno dentro desse período, o sistema libera a opção de adesão ao acordo.

O prazo para contestar os descontos se estende até, no mínimo, 14 de novembro de 2025, e a adesão ao acordo permanece aberta mesmo após essa data.

 

Programa Estação Sicredi

Veja também

Banco Central e Receita Federal são autorizados a realizar concursos

Regras do período de defeso eleitoral começam a valer neste sábado

Quatro em cada 10 brasileiros nunca ouviram falar em economia circular

China cria mecanismos financeiros na África para não depender de dólar

Cientistas da Fiocruz podem produzir vacina completa contra a malária

Proporção de crianças com celular cai; segurança é motivo mais citado