Promotora alega insuficiência de provas para a continuidade da ação penal e defendendo a manutenção da liberdade do acusado.
A solicitação foi apresentada nesta semana e assinada pela promotora de Justiça Fernanda Pawelec, que concluiu não haver provas suficientes para sustentar a continuidade da ação penal. Conforme o entendimento do Ministério Público, os elementos reunidos ao longo da investigação não são capazes de manter a denúncia em juízo.
O caso ganhou grande repercussão após a divulgação de imagens de câmeras de segurança nas redes sociais. Os vídeos registraram o momento em que a mulher é atingida com um taco de sinuca dentro de uma vidraçaria, aparecendo chorando e tentando se proteger durante a agressão.
Na ocasião, a vítima sofreu ferimentos e informou à polícia que vivia uma relação de dependência emocional, além de relatar ameaças que envolviam a filha. O empresário chegou a ser preso após o ocorrido, mas obteve liberdade posteriormente por decisão do Tribunal de Justiça, mediante o pagamento de fiança de aproximadamente R$ 30 mil, com possibilidade de parcelamento ou oferta de bens.
Entre os fatores considerados para a concessão da liberdade está o fato de a vítima não ter mantido o pedido de medidas protetivas de urgência. Agora, caberá ao Judiciário decidir se acolhe o pedido do Ministério Público e determina o encerramento definitivo do processo.