Max Andre Gnatta, 38 anos, e Kamylla Karolyne Ferreira Dias, 23, que morreram após a caminhonete em que estavam sair da pista e pegar fogo na MT-490
A identificação oficial dos corpos de Max Andre Gnatta, 38 anos, e Kamylla Karolyne Ferreira Dias, 23, será realizada por meio de exame de DNA, em Cuiabá. A confirmação foi feita pela Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) de Sorriso. Somente após a conclusão dos exames e a confirmação formal das identidades é que os corpos serão liberados para os procedimentos fúnebres.
As vítimas morreram ontem após a caminhonete VW Amarok, de cor cinza, sair da pista e incendiar-se em um trecho não pavimentado da MT-490, nas proximidades do córrego Ribeirão de Ouro. O veículo foi encontrado fora da estrada, já em área de mata. Segundo a perícia, os indícios iniciais apontam para um acidente de trânsito, mas as circunstâncias exatas ainda serão apuradas.
Devido ao avançado estado de carbonização, não foi possível realizar a identificação por meio de impressões digitais, o que tornou necessário o exame de DNA.
Max e Kamylla trabalhavam como vendedores em uma empresa de insumos agrícolas e, conforme relatado por um produtor rural de Lucas do Rio Verde, estariam a caminho de sua propriedade no momento do acidente.
O trecho onde ocorreu a colisão é de estrada de chão. De acordo com o soldado do Corpo de Bombeiros, Dhíuli Facundo, há a hipótese de que a transição repentina do asfalto para a via não pavimentada possa ter contribuído para o acidente. Ele explicou que, caso o condutor estivesse em velocidade elevada, a mudança brusca no tipo de pista poderia ter provocado a perda de controle do veículo.
O caso será investigado pela Polícia Civil, que deverá esclarecer as causas do ocorrido.