Com planejamento técnico, inovação e parceria com o Ministério da Saúde, Sorriso reafirma seu protagonismo regional na luta contra as doenças transmitidas pelo Aedes aegypti.
O programa A Voz do Povo, da Sorriso FM, recebeu nesta quarta-feira (25) a coordenadora da Vigilância Ambiental de Sorriso, Claudete Damascena, que trouxe à comunidade informações importantes sobre o trabalho pioneiro desenvolvido no município no combate ao mosquito transmissor de doenças como dengue, zika e chikungunya.
Durante a entrevista, Claudete destacou que Sorriso tem se consolidado como referência regional nas estratégias de enfrentamento ao Aedes aegypti, principalmente pela implantação das ovitrampas — armadilhas utilizadas para monitoramento e controle da proliferação do mosquito.
Segundo ela, somente na última etapa foram implementadas mais de 540 ovitrampas em pontos estratégicos da cidade, seguindo rigorosamente todas as exigências técnicas do Ministério da Saúde. A iniciativa apresentou resultados altamente positivos, permitindo um monitoramento mais eficiente e ações direcionadas nas áreas com maior incidência do vetor.
O sucesso da estratégia fez com que o próprio Ministério da Saúde escolhesse Sorriso para participar de novas etapas e projetos voltados ao enfrentamento do mosquito. Entre as próximas ações está a implantação das chamadas estações de disseminação de larvicida, que serão instaladas em locais estratégicos do município. O objetivo é ampliar o controle da população do mosquito de forma preventiva e contínua.
Outra frente importante já em fase final de preparação é a aplicação de um produto específico em paredes de espaços públicos com grande circulação de pessoas, como escolas e prédios públicos. A medida cria uma barreira adicional no combate ao mosquito, reforçando a proteção coletiva.
Claudete reforçou que, apesar das tecnologias e estratégias adotadas pelo município, a participação da população continua sendo fundamental. A eliminação de água parada e os cuidados nos quintais e residências seguem como medidas indispensáveis para evitar a proliferação do vetor.
Veja a entrevista no vídeo.