A iniciativa busca identificar esse público, criar um banco de dados para subsidiar políticas públicas de inclusão e acessibilidade e ampliar o acesso a direitos e serviços no município.
Segundo os representantes do conselho, a adesão ainda está abaixo do esperado. Até o momento, apenas cerca de 70 pessoas realizaram o cadastramento. A meta é identificar todas as pessoas com deficiência residentes em Sorriso, criando um banco de dados que permita ao poder público conhecer melhor essa população e direcionar investimentos e ações de forma mais eficiente.
O cadastro é totalmente gratuito e pode ser realizado nas unidades dos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS), na Secretaria Municipal de Assistência Social e também na Secretaria da Mulher e da Família. Os entrevistados reforçaram que a participação é fundamental para que o município tenha informações precisas sobre o número de pessoas com deficiência, os tipos de deficiência existentes e as principais demandas relacionadas à acessibilidade, mobilidade e inclusão social.
Durante a entrevista, Leliane Natale e Caio Silva também lembraram que nesses mesmos locais é possível solicitar a Carteira de Identificação da Pessoa com Deficiência, documento que facilita o acesso a direitos e serviços e contribui para o atendimento prioritário em diversas situações.
Outro assunto abordado foi a realização do Simpósio do Autismo no SUS, que acontecerá nos dias 23 e 24 de julho, na Faculdade Atenas, em Sorriso. O evento reunirá profissionais, estudantes, familiares e demais interessados para discutir o atendimento às pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) na rede pública de saúde.
As inscrições são gratuitas e podem ser feitas por meio das páginas do IMAPA MT e do Instituto IARI no Instagram. Os convidados reforçaram o convite à comunidade, destacando que o simpósio representa uma importante oportunidade de atualização, troca de experiências e fortalecimento das políticas de inclusão no município.
Veja a entrevista no vídeo.