Apesar de estar entre os dez primeiros colocados, Mato Grosso ficou atrás de estados como Distrito Federal, que lidera o ranking com média salarial de R$ 6.845,13, Rio de Janeiro (R$ 4.501,35), São Paulo (R$ 4.423,04), Mato Grosso do Sul (R$ 3.798,16), Santa Catarina (R$ 3.777,55) e Paraná (R$ 3.731,30). Na sequência aparecem Amazonas, Rondônia e Roraima.
O levantamento também mostra que o mercado de trabalho mato-grossense segue impulsionado por diferentes setores da economia. No último dado consolidado, referente ao mês de fevereiro, o estado registrou saldo positivo de 4.749 novas vagas de empregos formais. O setor de serviços foi o que mais abriu oportunidades, seguido pela construção civil, comércio, indústria e agropecuária.
Segundo os dados do IBGE, as diferenças salariais entre os estados refletem características econômicas de cada região, como concentração de atividades, nível de escolaridade dos trabalhadores e perfil dos empregos ofertados. Em Mato Grosso, mesmo com forte participação do agronegócio na economia, parte dos setores que mais empregam apresenta remuneração média inferior ao índice nacional.