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MT pode retomar medidas mais restritivas com alta da covid

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O secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, afirmou na manhã desta terça-feira (25) que o Executivo estadual poderá adotar novas medidas para combater a covid-19 em Mato Grosso. Ao longo das últimas semanas, os volumes de contágios e mortes diárias pela doença têm aumentado no estado.

Em entrevista ao programa Tribuna, da Rádio Vila Real, o gestor apontou que alguns municípios já têm adotado medidas mais restritivas para conter a doença em seus territórios. Nesse cenário, caso o coronavírus continue apresentando tendência de alta no estado, o secretário não descartou a adoção de novas medidas de contenção.

“Nós temos uma matriz de classificação de risco de acordo com os indicadores ela sugere aos gestores municipais a adoção de novas medidas. Nós já começamos a verificar que alguns municípios já começaram a tomar decisões de restrições por força dos indicadores que têm em mãos”, disse Figueiredo.

“Então, é muito provável que com o crescimento das taxas de ocupação dos leitos de UTIs haja necessidade de em um futuro muito breve ser adotado novas medidas de contenção”, acrescentou o gestor.

O secretário afirmou ainda que, enquanto não houver vacinas suficientes para toda a população, medidas não farmacológicas deverão ser adotadas para controlar a doença, sempre balanceadas também pela capacidade de atendimento do sistema hospitalar.

Com a alta da doença, o secretário voltou atrás na afirmação que havia feito há algumas semanas de que o Centro de Triagem da Arena Pantanal seria gradativamente fechado. Ao programa, o gestor afirmou que o apontamento foi realizado em um momento no qual os indicadores apresentavam tendência constante de queda em Mato Grosso.

“Mas, agora começando a sinalizar um crescimento, logicamente seremos prudentes e não vamos paralisar as atividades na Arena, que é um grande serviço prestado à população de Mato Grosso. E também percebemos que rede pública municipal ainda não se preparou para fazer aquilo que seria sua obrigação”, finalizou o secretário.