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Prefeito de Itanhangá, Edu Paskoski diz que prefeitos não tem dinheiro para fazer UTI e denuncia que existe uma máfia lucrando com venda e locação de equipamentos (Vídeo)

Por: Tâmara Figueiredo R9 News Publicado em 12/06/2020

O prefeito do município de Itanhangá, Edu Paskoski e presidente do Consórcio Intermunicipal de Saúde,Teles Pires diz que prefeitos não tem dinheiro para fazer UTI.

O secretario de estado de Saúde, Gilberto Figueiredo afirmou durante sua live que prefeitos deveriam investir em UTIs.

Segundo o prefeito de Itanhangá, é preciso ter mais diálogo porque o mundo inteiro atravessa a Pandemia, e segundo ele, em conversa com o prefeito de Sorriso, Ari Lafin, disse que é preciso buscar os pontos de soluções e tem que se unir para buscar alternativas tem dito isso ao secretário Gilberto, representando o consórcio.

O prefeito fez sérias denúncias sobre máfias lucrando com equipamentos voltados a salvar vidas: “Temos problemas crônicos e sérios como a falta de UTI o que vamos fazer para solucionar isso. Eu e o Ari não admitimos coisas erradas, e está uma coisa fora do comum essa máfia de venda e locação de equipamentos. Nós não temos equipamentos para montar UTI. Estamos refém de uma máfia de venda de respiradores, de equipamentos usados para salvar vidas.

Ele disse o que vem sendo trabalhado pelos prefeitos e pelo Consóercio de Saúde para resolver problema de falta de UTI: “Estamos trabalhando para credenciar mais 20 UTIs em Nova Mutum, na regulação estadual. O Governo garante o repasse de recursos fundo a fundo para a prefeitura de até 2.000 por UTI/dia em um hospital da iniciativa privada. A prefeitura de Nova Mutum faz um convênio com o hospital particular e o município faz um convênio com o Governo do Estado. Sinop habilitou ontem mais 10 leitos, temos 20 leitos para COVID funcionando lá.”

Segundo Paskoski, o Consórcio deverá intermediar a locação de equipamentos para não correr o risco de compra ou locação de equipamentos como respiradores para UTI superfaturados: Conversei com o secretário de Estado vai buscar a locação, porque faltam monitor e respirador e estamos com uma proposta pronta para que o consórcio assuma o compromisso para buscar a locação de equipamentos para não ser irresponsável e pagar preços superfaturados porque eu não admito que se faça coisas erradas, mas sim pagar o justo sim. Vamos ajudar a ampliar mais 9 leitos em Sinop (para totalizar 29 leitos).

E disse que por último, no Hospital de Campanha de Sorriso, há a possibilidade de montar mais 10 leitos de UTI. E há uma possibilidade de locação de leitos no Hospital 13 de Maio.

Também respondeu sobre denúncia do COSEMS sobre o Estado receber recursos para leitos habilitados que não estariam disponíveis para atendimentos a COVID.

Confira a entrevista na íntegra no programa A voz do Povo:

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Em sua opinião, o município de Sorriso deveria montar leitos de UTI?