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Representando o Mato Grosso, sorrisenses retornam com medalhas do Mundial Aberto de Capoeira

Por: Assessoria Publicado em 09/02/2020

Vamos jogar capoeira, vamos tocar berimbau? A capoeira, que mistura arte marcial, esporte, cultura popular, dança e música, promove força corporal e flexibilidade, reduz estresse e ansiedade, melhora a confiança e a autoestima, além de promover a interação social.

Para um grupo de sorrisenses, que já incluíram a atividade como rotina de saúde e bem-estar, a capoeira também significa superação de limites. A delegação, composta por oito atletas do município, e dois de Paranaíta, que integram o grupo Muzenza |Sorriso, representou Mato Grosso no 10.º Campeonato Mundial Muzenza Aberto de Capoeira, promovido em Curitiba (PR), do dia 27 de janeiro ao dia 2 de fevereiro.

A equipe foi conduzida pelo contramestre Jarbas Sokolowski. “Na sua maior e melhor edição, o evento foi considerado o mais importante do mundo, com arbritagem dos melhores e mais conceituados mestres árbitros do planeta”, destacou Jarbas, que também é diretor do Departamento de Cultura do município.

Na competição, o ouro ficou com os sorrisenses Luis Felipe Pezeti Santana (categoria Até 8 anos) e Sandra Pezeti Santana (categoria Iniciantes Adulto). Já na categoria Infantojuvenil, Nayra Tessari, de Paranaíta, trouxe a prata para Mato Grosso. O bronze veio no peito de Thyago Amorin Sena, na categoria Juvenil.  Além do pódio, outros bons resultados também foram o quarto lugar de Marcos Vinicios Serra, na categoria Professores e Pedro Pezetti, na categoria Juvenil.

Jarbas lembra ainda que outros capoeiristas que se destacaram foram Fernando Pezeti Santana, entre os 12 melhores da competição, Kassiano Maciel e Karoliny Costarelli, entre os 24 melhores de suas categorias.  “Com uma competição extremamente difícil, o Campeão Mundial (2017), Marcos Vinicios Sokolowski, abandonou a competição no quarto jogo da semifinal, pois empreendeu um ritmo muito forte ao seu jogo e comprometeu seu condicionamento físico, pois, para chegar às semifinais foram quatro jogos na melhor de três, sendo uma competição para super atletas”, contextualiza Jarbas.

O contramestre comenta ainda que a atleta Karoliny Costarelli, também campeão mundial ate 17 anos (2017) formou-se Monitora de Capoeira (a mais nova monitora formada em 48 anos de existência do grupo Muzenza, e com isso mudou de categoria, competindo com monitoras e instrutoras todas adultas, no dia em que fez 17 anos apenas. ”Ainda assim, perdeu sua vaga apenas na disputa entre as 12 melhores, em uma categoria de quase 100 atletas adultas do mundo todo”, acrescenta, lembrando que o Grupo Muzenza | Sorriso é o atual campeão mundial de capoeira, graças as 12 medalhas conquistadas em Fortaleza (CE), em 2017.

“Todo este resultado é fruto do trabalho que vem sendo desenvolvido desde a base no município, com a oferta de escolinhas de capoeira pela Prefeitura, seja por meio da Secretaria de Educação e Cultura (Semec) ou da Secretaria de Esporte e Lazer”, reforça o professor.

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