O marco simboliza o avanço da estrutura materno-infantil, que já contabiliza centenas de partos, consultas e exames realizados no município.
Filho de Jakson e Évelyn Samara do Amaral Reis, o pequeno Davi simboliza mais do que um número redondo nas estatísticas da maternidade. Desde a abertura, a unidade já realizou 500 partos, 300 ultrassonografias, mais de 3 mil consultas e cerca de 4 mil exames laboratoriais.
O secretário municipal de Saúde, o médico Vanio Jordani, ressalta que os dados representam muito mais que produtividade. “Simbolizam vidas, cuidado e acolhimento”, afirma. Ele explica que a maternidade não funciona como porta aberta: as gestantes são encaminhadas por meio da Central de Regulação. O pré-natal é feito nas Unidades Básicas de Saúde e, a partir da 34ª semana, as pacientes passam a ser acompanhadas também na maternidade, garantindo organização e qualidade técnica no atendimento.
Atualmente, a estrutura conta com dois obstetras, anestesista, pediatra e equipe multiprofissional em todos os turnos. O funcionamento é viabilizado por um aporte federal de R$ 9 milhões, referente à primeira etapa do convênio entre o Município e o Instituto de Gestão Hospitalar e Assistência à Saúde do Estado de Mato Grosso (IGHASMAT), responsável pelos serviços no Hospital e Maternidade Nossa Senhora de Fátima. Segundo Jordani, o recurso foi articulado pelo ministro Carlos Fávaro.
A proposta é que a unidade avance gradualmente, com a implantação de uma UTI neonatal, fortalecendo a rede materno-infantil e consolidando a maternidade como referência estadual. Para a secretária da Família e da Mulher, Mara Fernandes, que acompanhou o nascimento, o momento foi especial. “É sempre uma emoção muito boa receber um bebê no mundo”, destacou.