Lixo armazenado incorretamente aumenta casos de dengue em Lucas do Rio Verde; jovem morreu por suspeita da doença

O péssimo exemplo de muitos cidadãos que não têm responsabilidade com os resíduos que produz tem causado graves transtornos. Basta dar uma volta pelas ruas de Lucas do Rio Verde para presenciar o descarte incorreto de volumes como móveis, madeira, eletrodomésticos, pneus jogados, restos de poda e de construção civil próximo aos contêineres. Apesar do esforço da Administração em conscientizar as pessoas sobre o armazenamento e o descarte adequados do lixo, os maus comportamentos são corriqueiros.

No dia de ontem, 11, usando suas redes sociais a primeira-dama de Lucas do Rio Verde – MT, Rafaela Frizzo, chamou a atenção da população quanto ao descaso por parte de alguns moradores, ao acondicionarem de maneira errada o lixo nos contêineres.

Os contentores são para o armazenamento do lixo úmido e reciclável. Portanto, por falta de conscientização ou mero relaxo, algumas pessoas estão colocando entulhos e resto de construção nos mesmos.

Além de deixar a cidade suja, esses materiais ficam expostos à chuva, o que aumenta os riscos de proliferação do mosquito Aedes Aegypti.

Atualmente Lucas do Rio Verde tem mais de 600 casos suspeitos de contaminação por dengue. O mais grave é que nesta quarta-feira (11) uma jovem de 24 anos faleceu com suspeita por dengue grave.

Andressa Monalisa de Oliveira deu entrada no hospital São Lucas em estado grave, foi encaminhada para uma UTI, vindo a óbito no final da tarde dessa quarta-feira.

Programa Estação Sicredi

Veja também

Ministério da Saúde estende campanha de vacinação contra HPV para jovens de 15 a 19 anos até o fim de 2026

Com foco em prevenção, SAE dá start à campanha “Julho Amarelo”

Bombeiros auxiliam mãe que deu à luz em casa no bairro Santa Maria

Ovitrampas eliminam mais de 153 mil ovos do Aedes aegypti em Sorriso; Vigilância reforça alerta à população

Cientistas da Fiocruz podem produzir vacina completa contra a malária

Sorriso registra 45 casos de dengue e 19 de chikungunya em 2026; Semsa reforça cuidados contra o Aedes