AL aprova redução de ICMS sobre energia, combustível e telefonia em MT

A Assembleia Legislativa aprovou, em segunda votação, o projeto de lei que reduz a alíquota de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre a energia elétrica, telefonia, gás industrial e combustíveis.

O “pacotão” do ICMS, como se tornou conhecido, foi anunciado pelo governador Mauro Mendes (DEM) em setembro deste ano e, após ser sancionado, será válido a partir de janeiro de 2022.

Na conta de luz, que é uma das maiores demandas da população, o ICMS cobrado vai cair de 27% para 17%. No setor de comunicação, a tarifa cobrada também será de 17%. Até então, o valor do ICMS sobre a telefonia fixa é de 25% e sobre celular e internet, 30%. Sobre os combustíveis, o Estado passará a ter a menor alíquota de ICMS sobre a gasolina, que passará de 25% para 23%.

O diesel e o gás industrial também terão redução. Hoje, a cobrança é de 17% e passará a ser de 16% para o diesel e de 12% para o gás. Conforme os cálculos do Governo, o impacto redutor no ICMS será de 10%, no caso da gasolina (- R$ 0,16 litro), e de 7% no caso do diesel (- R$ 0,06 litro).

A aprovação foi celebrada pelo governador, que agradeceu os parlamentares e lembrou que o Estado deixará de arrecadar, a partir de janeiro, R$ 1,2 bilhão por ano. “Estamos abrindo mão de arrecadar R$ 1,2 bilhão por ano para que esse dinheiro continue no bolso do cidadão. Se o Estado está melhor, é questão de justiça reduzir a conta para a população”, afirmou Mendes.

Programa Estação Sicredi

Veja também

Dez candidatos disputarão duas vagas ao Senado por Mato Grosso nas eleições de 2026

Mauro Mendes afirma que acordo com a Oi foi legal e diz que PF recolheu apenas seu passaporte

Jeep envolvido em grave acidente na BR-163 carregava drogas; dois ocupantes morreram

GAFFFF Sorriso realiza encontro dos Prefeitos do Agro para reforçar papel dos municípios no desenvolvimento do setor

Aprovada no Senado, aposentadoria diferenciada para agentes de saúde trará impacto de R$ 70 bi aos municípios, aponta CNM

Setor produtivo cobra correção dos limites do Simples Nacional para todas as faixas do regime