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URGENTE: Ramira, mãe do bebê Brian encontrado em avançado estado de decomposição, sem braços e pernas acaba de chegar em Sorriso e será interrogada

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Ramira Gomes da Silva, de 22 anos acaba de chegar a Sorriso. Ela foi recambiada por uma equipe comandada pelo delegado José Getúlio Daniel que a trouxeram de Porto Velho – RO para Sorriso em uma viatura da Polícia Judiciária Civil. Ela acaba de chegar à delegacia de Sorriso e deverá passar por um interrogatório formal para dar sua versão e justificativas do fato.

O corpo do bebê foi encontrado por volta do meio dia 17/05, por um cachorro que morava na residência e desenterrou o corpo que estava enterrado em um buraco embaixo de um tanque de lavar roupas, no pátio da residência, localizada na Rua Itajaí, nas proximidades da Perimetral do CTG, no bairro Benjamim Raiser.

“Ela será interrogada sobre a causa mortis. Ela falou tudo muito vagamente. A polícia fará um interrogatório formal, dando a versão dela do fato”, afirmou o delegado.

De acordo com o delegado, Ramira demonstrou estar bastante abalada e chegou a chorar em algumas partes do caminho durante o recambiamento para Sorriso. Ela foi presa pela Polícia Civil de Porto Velho. Ela estava em um barco indo para Manaus. “A passagem dela era de Porto Velho a Manaus. A intenção era esconder. Há indícios que ela poderia parar em alguma outra cidade menor”.

A princípio a mãe alegou para a polícia que a criança teria tido morte natural, que ela teria alimentado o bebê por volta de 2h da manhã e que por volta das 5h30 teria percebido que o bebê estaria roxo. Segundo ela, teria se desesperado e por medo de não acreditarem em sua versão, resolveu enterrar o corpo do bebê. Ela disse que teria enterrado o bebê inteiro, sem nenhum corte. mas o exame da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) constatou que o bebê Brian, de 5 meses, morreu de traumatismo craniano. Apesar do laudo médico ainda não ter sido emitido, legistas da Politec já afirmaram de maneira informal que houve traumatismo craniano no bebê. Os detalhes sobre as lesões sofridas pela criança só serão divulgados com a emissão do documento final.

Durante a perícia foi encontrado vestígios de sangue no banheiro com a aplicação do luminol. Foram coletadas amostras das manchas encontradas e encaminhadas para Cuiabá para realização de exame de DNA para verificação se trata de sangue humano e se é o sangue do bebê. Após o resultado a polícia poderá dizer se o banheiro foi o local do crime.

O pai da criança – a mãe teve um relacionamento pouco duradouro com ele, quando a criança nasceu ele acabou abandonando. Apenas registrou mas não teve mais contato, poderá responder por abandono.

Ela deverá responder também por vender produtos de dentro da residência que não eram de sua propriedade.

A polícia realizou várias diligencias e coletou muitas provas, agora fará o interrogatório da principal suspeita do crime que é a mãe do bebê, Ramira Gomes, de 22 anos. “Realizaremos ainda nesta tarde, o quanto antes esse interrogatório, se restarem dúvidas, outras diligencias deverão ser realizadas. O nosso interesse é cessar qualquer espécie de dúvida para entregar tanto à sociedade, quanto ao Judiciário e ao Ministério Público, de forma bem clara, como foi a execução, como ocorreu, quais os motivos, se existem qualificadoras, quais os crimes praticados, quais as pessoas envolvidas, se tinha apenas uma autoria, se tinha co-autoria, enfim tudo o que pode envolver esse crime, nossa intenção é deixar o mais claro possível”, afirmou o delegado.

Após isso será realizado recambiamento para onde houver vagas e manter a integridade física da suspeita.