Uso de máscara continua obrigatório em Mato Grosso

Em Mato Grosso continua obrigatório o uso de máscaras faciais por parte da população em estabelecimentos públicos e privados como forma prevenção ao contágio da Covid-19. A medida atende ainda a obrigatoriedade da Lei 11.110/2020 publicada pelo Governo do Estado, em abril deste ano.

Mesmo com a alteração publicada no Diário Oficial da União pelo Governo Federal – que desobriga o uso do acessório em espaços públicos ou privados, cada Estado ou município tem autonomia para definir o que é necessário, conforme explicou o procurador-geral do Estado, Francisco Lopes.

“A lei editada pelo Governo Federal traça normas gerais abrangentes para a utilização do uso de máscaras. Isso, contudo, não tira a prerrogativa de cada Estado, cada município também traçar suas diretrizes em relação ao uso de máscaras. Em Mato Grosso já existe esta norma e disciplinamento, ou seja, não há necessidade de nova adequação”, afirmou.

A alteração federal ainda será submetida à apreciação no Congresso Nacional. Conforme decreto publicado pelo Governo de Mato Grosso, os estabelecimentos públicos e privados que estiverem em funcionamento em qualquer município do Estado de Mato Grosso devem exigir o uso do acessório de proteção facial, ainda que artesanal, por seus funcionários, colaboradores e clientes para acesso às suas dependências.

O não cumprimento acarreta em multa no valor de R$ 80 por pessoa sem máscara, seja ela cliente ou funcionário. A multa é destinada ao proprietário do estabelecimento e a gestores estaduais que atuam em órgãos públicos de Mato Grosso.

Veja também

Aplicação da vacina da Dengue do Butantan começará a partir do dia 17

Guia orienta sobre mudanças no rastreamento do câncer do colo do útero

Uso de canetas emagrecedoras por idosos requer cuidados, diz geriatra

Obras dos quatro novos Hospitais Regionais avançam em Mato Grosso

Vigilância contra sarampo é intensificada em SP, MS e PR para evitar reintrodução do vírus

Hospital Central do Estado poderá ser visitado pela população até o dia 6 de janeiro